quarta-feira, 8 de abril de 2015

Delegado regional fala sobre caso do jovem queimado vivo em Cajazeiras e declara que vídeo não é prova para prender o acusado

A autoridade policial disse que a comoção popular não pode atropelar a lei e todo procedimento adotado ao caso foi correto Em entrevista exclusiva, o delegado Seccional da Polícia Civil de Cajazeiras, George Wellington explicou os motivos de não deixar preso o acusado de esfaquear e queimar vivo o jovem Roberto dos Santos Pereira, 32 anos, caso ocorrido nesse sábado (04). De acordo com as explicações da autoridade policial, o acusado, identificado por Henrique de Amâncio foi apresentado, coincidentemente após o plantão do delegado que estava acompanhando o caso, Dr. Braz. Segundo George Wellington, a polícia procedeu com a procura do acusado, mas não conseguiu dar o flagrante de que trata a lei e o delegado Miroslavo fez a outiva do depoimento, onde o suspeito confessou o crime e alegou legítima defesa. “Ele não poderia ser preso porque tinha expirado o flagrante e se apresentou espontaneamente. Agimos como manda a lei. O fato foi grave e causou comoção pública, mas agimos como conforme a lei”. Prisão preventiva O delegado seccional assegurou que o caso não caberia a prisão preventiva do acusado no momento que se apresentou à polícia. “O delegado só vai pedir prisão de alguém se tiver elementos. A prisão não pode ser pedida baseada em elementos frágeis. O vídeo da vítima dizendo o nome do suspeito não é elemento forte de prova”.

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