sábado, 8 de junho de 2013

Namoro foi eternizado depois de três semanas

Casal tatuou o nome um do outro. Adolescente matou a mãe por ser contra a relação A estudante de 17 anos que estrangulou a própria mãe e queimou o corpo da vítima, e seu namorado, Daniel Duarte Peixoto, de 20, coautor do crime, eternizaram a relação na pele apenas três semanas após começarem a ficar juntos: os dois fizeram tatuagens na cintura com o nome do parceiro. A telefonista Adriana Rocha de Moura Machado foi morta porque havia tentado separar a filha do rapaz. Amigo de Daniel, Ricardo de Souza Oliveira disse tê-lo repreendido ao ver a tatuagem. "Eu disse que era cedo para fazer uma tatuagem. Ele se arrependeu, mas alegou que não dava para voltar atrás", contou Ricardo, acrescentando que o amigo mudou após conhecer a adolescente: "Ele não tinha maldade, era bobão mesmo. Depois que teve relações sexuais com ela, conheceu um mundo novo e ficou cego, passando a obedecê-la". Pela tarde, a jovem foi ouvida pelo Ministério Público e confirmou o depoimento dado na 32ª DP (Taquara), quando foi apreendida pelo assassinato da mãe. Ela repetiu a alegação de que matou Adriana, de 43 anos, para ter mais liberdade com o namorado. X. falou durante 15 minutos e novamente não teria demonstrado emoção ao narrar os detalhes do homicídio. Em até 20 dias, a situação da menor deverá ser julgada.

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